Na madrugada desta terça (1) uma quadrilha fortemente armada e organizada sitiou o centro da cidade de Criciúma, no sul de Santa Catarina. Eles usaram explosivos para detonar a tesouraria regional do banco. Usaram reféns e provocaram incêndios para bloquear vias e impedir a chegada da polícia. Além de atirarem contra policiais.

De acordo com o 9º Batalhão de Polícia Militar (BPM), um policial foi baleado no abdômen e está em situação estável. Um vigilante também foi ferido, mas não há detalhes sobre a condição de saúde dele.

Segundo a Polícia Civil, cerca de 30 pessoas encapuzadas participaram da ação simultânea. Nenhum dos suspeitos havia sido preso até por volta de 6h40.

Veja imagens:

O ataque durou mais de uma hora e a prefeitura pediu ajuda a batalhões de municípios vizinhos e também para cidades do Rio Grande do Sul.

O grupo abandonou, ainda, uma mala de dinheiro e um dispositivo explosivo improvisado pela cidade. Agentes do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) averiguam o material.

O prefeito de Criciúma, Clésio Salvaro (PSDB), disse que os bandidos saíram em comboio de cerca de 8 a 10 veículos. Uma imagem de câmera de segurança registra o momento em que eles fogem. A Polícia Rodoviária Estadual (PRE) informou que os criminosos jogaram objetos na PR-498 entre Floraí e Presidente Castelo Branco, também no norte do estado, com o objetivo de furar pneus.

Fique por dentro do que acontece em Brasília

Receba atualizações semanais.

Relacionados

“Foi emocionante”: enfermeira foi a primeira vacinada contra covid-19 no DF

Seis profissionais da linha de frente no combate à doença foram imunizados na cerimônia desta terça-feira (19) no Hran

Ministério Público questiona o GDF sobre supostos “fura-filas” na vacinação contra a covid-19

Procuradores receberam denúncia de pessoas recebendo doses da vacina contra a covid-19 fora do grupo prioritário. Secretaria de Saúde diz que vai apurar

No DF, mais de 7 mil pessoas foram vacinadas nos 2 primeiros dias, diz governo

Nesta 1ª fase serão vacinados profissionais de saúde, idosos e deficientes que vivem em unidades de acolhimento e seus cuidadores e indígenas